Volume 2

25,00 

Há muito para ler e questionar. A vida na cidade dos mortos, antes que os mortos deixem de ter lugar na cidade. Progresso. Os rostos das aldeias que aos poucos deixam de o ser. Abandono. O infame Darién com a luz ao fundo. Esperança. A arte como defesa antiaérea contra a lei do mais forte. Resistência. O fotógrafo que procurava estar e sentir e retratar um povo com dignidade. Homenagem. O pó preto das minas clandestinas que aos poucos mata quem o respira. Sobrevivência. A ressurreição do capitão Sankara no Burkina Faso. Futuro. A estrada mais perigosa do mundo ou um éden alpino nos Himalaias. Perspetivas. A confiança frágil entre homem e cavalo nas estepes do Quirguistão. Simbiose. A linguagem universal do sorriso quando um viajante se desencontra. Babel. Uma romaria que, afinal, é mais sobre o caminho do que sobre o destino. Viagem interior. Cães que ajudam tartarugas a lacrimejar na praia onde nasceram. Preservação. Aprender a ouvir o que o silêncio tem para dizer com os Imuhagh de Djanet. Património. As máscaras que quase ninguém viu na ilha de Tanna. Crenças. O azul tingido pela família Nagata na aldeia japonesa de Izumo. Tradição. A fotografia como grito contra a discrimação das religiões de matriz africana. Pura arte. Colódio húmido à la minuta. Alquimia. Criar e resistir.